20/11/2006
Olavo de Carvalho fala sobre Religião - A
Neste sexto bate-papo (lado A), o filósofo Olavo de Carvalho discorre sobre os seguintes temas: Islã, Frithjof Schuon, religião comparada, judaísmo/hinduísmo/budismo, Conceito de religião, revelação e doutrina, Cristianismo, o indivíduo, fé e crença, a filosofia perene, Martin Heidegger, religião evolutiva?, Islã e terrorismo, queda do Império Romano, os feudos, a Igreja Católica, racionalismo e moral cristã, Emmanuel Swedenborg, a Bíblia, ateus, sociedades secretas, Maçonaria, os Illuminati, René Guénon, o caos e a unidade do Islã, califado mundial, etc.
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Manda o lado B, Yuri!
Lado B! Lado B!
Lado B!!!!!!
Como os colegas que já comentaram, etou ansioso pelo lado B!!! Abraço, Yuri. Parabéns pela iniciativa!
Como os colegas que já comentaram, estou ansioso pelo lado B!!! Abraço, Yuri. Parabéns pela iniciativa!
Maravilha. Lado b, lado b, lado b! P.S. Você chegou a perguntar ao Olavo sobre a passagem dele pela tariqa do Schuon?
Prezado Yuri, Parabéns pelo Lado A deste podcast, mas dentro de meu humilde saber qual a identidade de realidade que há entre Cristianismo, islamismo ou budismo? Certo são coisas diferentes, segundo Olavo, mas a realidade sacada por nosso Senhor Jesus Cristo não é a mesma de um pedófilo e mentiroso como Maomé: enquanto Jesus Cristo defendeu uma mulher adúltera ou salvaria a alma de um homossexual, Maomé sem dó nem piedade mataria a pedradas a ambos. Cristo Jesus morreu por nós, pois Ele compreendeu que a natureza imperfeita do homem jamais poderia satisfazer a ira divina e seria causa de terríveis castigos para o homem o que seria inevitável pois o homem é imperfeito, ora bolas... Nenhuma dessas seitas, doutrinas, filosofias compreenderam essa realidade humana tal qual Cristo; e essa, creio eu, é a REALIDADE; como pode então haver um perenialismo entre essas tradições? E uma prova, creio eu, de que o Salvador não aceitaria o perenialismo se encontra em João 10,8: "Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram."
A sacada de gênio de nosso Senhor Jesus Cristo diferente de Martin Heidegger que era um nazista é que Cristo sabia que faltava para a humanidade um Redentor, um Cordeiro que se imolasse pelo pecado de todos de uma vez por todas. É o que eu penso, posso estar errado, discutam aí. Abraços!!
Neste sentido, Jesus se coloca como o ÚNICO caminho, pois todos os demais profetas estão mortos, mas ele está vivo hoje. Outrossim, todas as demais formas de "religião" são apenas arremedos parciais, embora contenham alguma validade, enquanto a revelação cristã (a pessoa do Cristo, como bem disse o Olavo) é ABSOLUTA e TOTAL.
Compreendo o que o João Emiliano disse acima, mas gostaria de ponderar que a essência transcendente de todas as chamadas "religiões" é precisamente a identidade de percepção da estrutura da realidade [espiritual]. Isto se coaduna muito bem com o que o Olavo disse sobre ateísmo. O ateu diz que não crê em Deus, mas eu digo que não creio em ateu, porque ele é uma coisa indefinida, nem mesmo ele sabe o que está rejeitando. Ele não tem noção dessa unidade espiritual transcendente que sustenta civilizações. Agora, comentando o post do colega, dou razão a ele quando afirma que Cristo inaugura uma espiritualidade completamente diferente de tudo o que já houve (o que o Olavo já diz), mas também muito mais profunda, pois une o indivíduo (não uma nação ou a humanidade inteira) a Deus, partindo da premissa de que a natureza humana é viciada ab initio e, portanto, irremediável. Então o próprio Deus se mescla à sua criação, amando-a infinitamente, tornando-se homem, para finalmente dar um jeito no homem.
http://espirito.org.br/portal/codificacao/op/op-71.html