20/11/2006

Olavo de Carvalho fala sobre Religião - A

yuri vieira, 06:04 PM

Neste sexto bate-papo (lado A), o filósofo Olavo de Carvalho discorre sobre os seguintes temas: Islã, Frithjof Schuon, religião comparada, judaísmo/hinduísmo/budismo, Conceito de religião, revelação e doutrina, Cristianismo, o indivíduo, fé e crença, a filosofia perene, Martin Heidegger, religião evolutiva?, Islã e terrorismo, queda do Império Romano, os feudos, a Igreja Católica, racionalismo e moral cristã, Emmanuel Swedenborg, a Bíblia, ateus, sociedades secretas, Maçonaria, os Illuminati, René Guénon, o caos e a unidade do Islã, califado mundial, etc.

Ouça agora! (46:00min / 23MB)



Comentários  

  1. Ederson em 20/11/2006 @ 07:57 PM:

    Manda o lado B, Yuri!

  2. Sérigo em 21/11/2006 @ 12:10 PM:

    Lado B! Lado B!

  3. Felipe em 21/11/2006 @ 09:14 PM:

    Lado B!!!!!!

  4. Rafael Alves em 22/11/2006 @ 08:52 AM:

    Como os colegas que já comentaram, etou ansioso pelo lado B!!! Abraço, Yuri. Parabéns pela iniciativa!

  5. Rafael Alves em 22/11/2006 @ 08:53 AM:

    Como os colegas que já comentaram, estou ansioso pelo lado B!!! Abraço, Yuri. Parabéns pela iniciativa!

  6. Fernando em 22/11/2006 @ 10:22 AM:

    Maravilha. Lado b, lado b, lado b! P.S. Você chegou a perguntar ao Olavo sobre a passagem dele pela tariqa do Schuon?

  7. João Emiliano Martins Neto em 23/11/2006 @ 05:20 AM:

    Prezado Yuri, Parabéns pelo Lado A deste podcast, mas dentro de meu humilde saber qual a identidade de realidade que há entre Cristianismo, islamismo ou budismo? Certo são coisas diferentes, segundo Olavo, mas a realidade sacada por nosso Senhor Jesus Cristo não é a mesma de um pedófilo e mentiroso como Maomé: enquanto Jesus Cristo defendeu uma mulher adúltera ou salvaria a alma de um homossexual, Maomé sem dó nem piedade mataria a pedradas a ambos. Cristo Jesus morreu por nós, pois Ele compreendeu que a natureza imperfeita do homem jamais poderia satisfazer a ira divina e seria causa de terríveis castigos para o homem o que seria inevitável pois o homem é imperfeito, ora bolas... Nenhuma dessas seitas, doutrinas, filosofias compreenderam essa realidade humana tal qual Cristo; e essa, creio eu, é a REALIDADE; como pode então haver um perenialismo entre essas tradições? E uma prova, creio eu, de que o Salvador não aceitaria o perenialismo se encontra em João 10,8: "Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram."

  8. João Emiliano Martins Neto em 23/11/2006 @ 05:22 AM:

    A sacada de gênio de nosso Senhor Jesus Cristo diferente de Martin Heidegger que era um nazista é que Cristo sabia que faltava para a humanidade um Redentor, um Cordeiro que se imolasse pelo pecado de todos de uma vez por todas. É o que eu penso, posso estar errado, discutam aí. Abraços!!

  9. Henrique Cunha De Lima em 15/12/2006 @ 03:00 PM:

    Neste sentido, Jesus se coloca como o ÚNICO caminho, pois todos os demais profetas estão mortos, mas ele está vivo hoje. Outrossim, todas as demais formas de "religião" são apenas arremedos parciais, embora contenham alguma validade, enquanto a revelação cristã (a pessoa do Cristo, como bem disse o Olavo) é ABSOLUTA e TOTAL.

  10. Henrique Cunha De Lima em 15/12/2006 @ 03:01 PM:

    Compreendo o que o João Emiliano disse acima, mas gostaria de ponderar que a essência transcendente de todas as chamadas "religiões" é precisamente a identidade de percepção da estrutura da realidade [espiritual]. Isto se coaduna muito bem com o que o Olavo disse sobre ateísmo. O ateu diz que não crê em Deus, mas eu digo que não creio em ateu, porque ele é uma coisa indefinida, nem mesmo ele sabe o que está rejeitando. Ele não tem noção dessa unidade espiritual transcendente que sustenta civilizações. Agora, comentando o post do colega, dou razão a ele quando afirma que Cristo inaugura uma espiritualidade completamente diferente de tudo o que já houve (o que o Olavo já diz), mas também muito mais profunda, pois une o indivíduo (não uma nação ou a humanidade inteira) a Deus, partindo da premissa de que a natureza humana é viciada ab initio e, portanto, irremediável. Então o próprio Deus se mescla à sua criação, amando-a infinitamente, tornando-se homem, para finalmente dar um jeito no homem.

  11. Hugo em 5/03/2007 @ 04:02 PM:

    http://espirito.org.br/portal/codificacao/op/op-71.html

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